Cultura de células estaminais e organoides

Um dos desafios da cultura de células é manter a viabilidade celular e obter uma diferenciação eficiente. Foi demonstrado que a gelatina é um material no qual as células estaminais podem crescer e se diferenciar facilmente (Nikkhah, et al., 2016). Contudo, a presença de endotoxinas em biomateriais pode afetar negativamente a viabilidade e diferenciação das células estaminais, mesmo na presença de quantidades residuais de endotoxinas (Nomura, et al., 2018 e Lieder, et al., 2013). Foi descoberto que níveis de endotoxinas superiores a 0,05 UE/ml inibem a diferenciação de osteoblastos (Kadono, et al., 1999) e a proliferação de células estaminais hematopoiéticas (Rinehart, et al., 1997).

Além disso, para aplicações «organ-on-a-chip» - por exemplo, para a análise da toxicidade - os níveis reduzidos de endotoxinas são essenciais, pois podem dar origem a resultados de comportamento celular e funcionalidade indesejados (Tarrant, 2010).

INTERESSADO EM SABER MAIS?

Leia nosso pôster científico sobre «Influence of autoclave sterilization of gelatin on physical properties and endotoxin level and the influence of endotoxin level on endothelial cellular activity»

Em nosso pôster científico recente (Vanhoecke and Olijve, 2018), foi avaliada a influência da esterilização autoclave da gelatina e os níveis de endotoxinas da atividade celular endotelial. O objetivo deste estudo era determinar a influência da esterilização autoclave da gelatina nas propriedades físicas e níveis de endotoxinas. Adicionalmente, foi avaliada a influência das endotoxinas na viabilidade celular de uma célula endotelial.

Descubra como o X-Pure está contribuindo para a formulação parenteral e hemostática